OS DESAFIOS DA CONSTRUÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
OS DESAFIOS DA CONSTRUÇÃO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DO
PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
VASCONCELOS, Janilse Fernandes; AZEVEDO, Maria Antonia; CORTE, Marilene Gabriel Dalla; CUNHA, Gracilliani Rosa - Centro Universitário Franciscano/UNIFRA
O Texto reafirma a necessidade da prática eficiente de um projeto político pedagógico nas escolas correlacionado ao Regime Escolar, fortalecendo o papel dos professores, gestores e de toda comunidade para um bem comum.
Demonstra a importância da educação infantil na contemporaneidade e as formas como foi tratada historicamente, citando a Constituição de 1988 na qual a Educação Infantil passa a ter relevância nas políticas públicas. Assinala ainda reflexões apresentadas pelos Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil (2006, p.31-34), como aspectos básicos nesse trabalho:
1. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil devem contemplar princípios éticos, políticos e estéticos.
2. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil promovem as práticas de cuidado e educação na perspectiva da integração dos aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/lingüísticos e sociais da criança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível.
3. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil consideram que o trabalho ali desenvolvido é complementar à ação da família, e a interação entre as duas instâncias é essencial para um trabalho de qualidade.
4. As propostas pedagógicas explicitam o reconhecimento da importância da identidade pessoal dos alunos, suas famílias, professores e outros profissionais e a identidade de cada unidade educacional nos vários contextos em que se situem.
5. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil consideram a inclusão como direito das crianças com necessidades educacionais especiais.
6. As propostas pedagógicas são desenvolvidas com autonomia pelas instituições de Educação Infantil a partir das orientações legais.
É ressaltada a importância da participação de todos, profissionais, alunos e comunidade no processo de construção do conhecimento em sintonia com a escola, assim como a integração entre o Projeto Político Pedagógico (PPP) e o Regimento Escolar (RE), retomando a concepção de Padilha (apud GADOTTI, 2003), em que a construção do PPP da escola necessita de princípios norteadores e estratégias concretas para sua operacionalização, tais como:
• Necessidade de um tempo maior para a consolidação da implementação do PPP (médio e longo prazo);
• Permanente parecer avaliativo e redimensionamento das propostas;
• Ter clareza quanto as reais necessidades e expectativas apontadas na avaliação;
• Buscar qualificar o trabalho dos profissionais da escola nos setores administrativos, pedagógico e financeiro;
• Ter clareza de que o PPP não é documento fechado, pois deve ser suscetível às mudanças necessárias durante sua concretização.
Essas afirmativas fundamentam a certeza de que o projeto político pedagógico deve fazer parte de uma ação lúcida e bem estruturada, por ser um instrumento de grande poder para a transformação almejada pela escola. Os autores concluem que:
1. A construção e a implementação do PPP são instâncias diferentes, mas que estão correlacionadas, exigindo dos profissionais de ensino da escola uma ação reflexiva sobre o mesmo;
2. O PPP construído e implementado pela comunidade escolar retrata uma gestão democrática e o real papel da escola;
3. Projeto Político-Pedagógico é processo permanente de reflexão e transformação da realidade escolar.
4. A escola deve ser um espaço comprometido com os interesses sóciopolíticos dos cidadãos;
5. O PPP não pode ser "construído" na sala do diretor(a) com a coordenação pedagógica e o orientador(a) educacional e simplesmente apresentado a comunidade educacional;
6. A equipe gestora tem papel fundamental na construção do Projeto Político- Pedagógico da escola.
Para os autores do texto, assim como para Gadotti, Veiga; Freire; Libâneo; Souza & Carnielli; Alarcão; Padilha; Morin; Petraglia, Marques e outros autores, a necessidade da organização escolar, o interesse dos governantes, a participação de todos, e um PPP eficiente poderão fazer a diferença que se espera para uma Educação Infantil de qualidade em nosso pais.
PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
VASCONCELOS, Janilse Fernandes; AZEVEDO, Maria Antonia; CORTE, Marilene Gabriel Dalla; CUNHA, Gracilliani Rosa - Centro Universitário Franciscano/UNIFRA
O Texto reafirma a necessidade da prática eficiente de um projeto político pedagógico nas escolas correlacionado ao Regime Escolar, fortalecendo o papel dos professores, gestores e de toda comunidade para um bem comum.
Demonstra a importância da educação infantil na contemporaneidade e as formas como foi tratada historicamente, citando a Constituição de 1988 na qual a Educação Infantil passa a ter relevância nas políticas públicas. Assinala ainda reflexões apresentadas pelos Parâmetros Nacionais de Qualidade para a Educação Infantil (2006, p.31-34), como aspectos básicos nesse trabalho:
1. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil devem contemplar princípios éticos, políticos e estéticos.
2. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil promovem as práticas de cuidado e educação na perspectiva da integração dos aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/lingüísticos e sociais da criança, entendendo que ela é um ser completo, total e indivisível.
3. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil consideram que o trabalho ali desenvolvido é complementar à ação da família, e a interação entre as duas instâncias é essencial para um trabalho de qualidade.
4. As propostas pedagógicas explicitam o reconhecimento da importância da identidade pessoal dos alunos, suas famílias, professores e outros profissionais e a identidade de cada unidade educacional nos vários contextos em que se situem.
5. As propostas pedagógicas das instituições de Educação Infantil consideram a inclusão como direito das crianças com necessidades educacionais especiais.
6. As propostas pedagógicas são desenvolvidas com autonomia pelas instituições de Educação Infantil a partir das orientações legais.
É ressaltada a importância da participação de todos, profissionais, alunos e comunidade no processo de construção do conhecimento em sintonia com a escola, assim como a integração entre o Projeto Político Pedagógico (PPP) e o Regimento Escolar (RE), retomando a concepção de Padilha (apud GADOTTI, 2003), em que a construção do PPP da escola necessita de princípios norteadores e estratégias concretas para sua operacionalização, tais como:
• Necessidade de um tempo maior para a consolidação da implementação do PPP (médio e longo prazo);
• Permanente parecer avaliativo e redimensionamento das propostas;
• Ter clareza quanto as reais necessidades e expectativas apontadas na avaliação;
• Buscar qualificar o trabalho dos profissionais da escola nos setores administrativos, pedagógico e financeiro;
• Ter clareza de que o PPP não é documento fechado, pois deve ser suscetível às mudanças necessárias durante sua concretização.
Essas afirmativas fundamentam a certeza de que o projeto político pedagógico deve fazer parte de uma ação lúcida e bem estruturada, por ser um instrumento de grande poder para a transformação almejada pela escola. Os autores concluem que:
1. A construção e a implementação do PPP são instâncias diferentes, mas que estão correlacionadas, exigindo dos profissionais de ensino da escola uma ação reflexiva sobre o mesmo;
2. O PPP construído e implementado pela comunidade escolar retrata uma gestão democrática e o real papel da escola;
3. Projeto Político-Pedagógico é processo permanente de reflexão e transformação da realidade escolar.
4. A escola deve ser um espaço comprometido com os interesses sóciopolíticos dos cidadãos;
5. O PPP não pode ser "construído" na sala do diretor(a) com a coordenação pedagógica e o orientador(a) educacional e simplesmente apresentado a comunidade educacional;
6. A equipe gestora tem papel fundamental na construção do Projeto Político- Pedagógico da escola.
Para os autores do texto, assim como para Gadotti, Veiga; Freire; Libâneo; Souza & Carnielli; Alarcão; Padilha; Morin; Petraglia, Marques e outros autores, a necessidade da organização escolar, o interesse dos governantes, a participação de todos, e um PPP eficiente poderão fazer a diferença que se espera para uma Educação Infantil de qualidade em nosso pais.
O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA na perspectiva de uma educação para a cidadania
O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA
na perspectiva de uma educação para a cidadania
Moacir Gadotti (*)
Gadotti ao discutir o tema, questiona o que é projeto? O que é projeto político-pedagógico da escola? Orienta-nos sobre a importância desse projeto e a relevância para o bom funcionamento de uma instituição escolar.
A escola passa hoje por um momento de extrema importância no contexto educacional. Suas funções abrangem um somatório de responsabilidades que a cada dia vão se expandindo, porém, podemos sintetizá-los num único e universal patamar, a formação plena do cidadão. E é nesse contexto que a escola procura reorganizar-se procurando alcançar os objetivos e metas traçados, norteados por um consistente projeto político.
Segundo Gadotti, “Um projeto político-pedagógico não nega o instituído da escola que é a sua história, que é o conjunto dos seus currículos, dos seus métodos, o conjunto dos seus atores internos e externos e o seu modo de vida.”, significando também que a escola deve estar preparada política e socialmente para as exigências da nova sociedade que está sendo constituída.
No projeto político a necessidade de uma gestão autônoma e democrática é uma das prioridades para que o processo participativo seja estimulado e possa render benefícios para o todo. Gadotti cita duas razões para que se implemente esse tipo de gestão: a primeira porque a escola deve formar para a cidadania e, para isso, ela deve dar o exemplo, a segunda porque a gestão democrática pode melhorar o que é específico da escola, isto é, o seu ensino. Obviamente este processo requer mudanças e lida acima de tudo com limitações e obstáculos, dentre eles:
a) a nossa pouca experiência democrática;
b) a mentalidade que atribui aos técnicos e apenas a eles a capacidade de governar e que o povo incapaz de exercer o governo;
c) a própria estrutura de nosso sistema educacional que é vertical;
d) o autoritarismo que impregnou nosso ethos educacional;
e) o tipo de liderança que tradicionalmente domina nossa atividade política no campo educacional.
Enfim, um projeto político-pedagógico da escola apoia-se:
a) no desenvolvimento de uma consciência crítica;
b) no envolvimento das pessoas: a comunidade interna e externa à escola;
c) na participação e na cooperação das várias esferas de governo;
d) na autonomia, responsabilidade e criatividade como processo e como produto do projeto.
O projeto político além de contar com a dedicação dos que o elaboram, devem também contar com a ousadia, com a obstinação, com uma ação interdisciplinar e principalmente com o tempo: tempo político, tempo institucional, tempo escolar, e o tempo para amadurecimento das idéias. Gadotti cita alguns elementos facilitadores para o êxito de um projeto, são eles:
1º Uma comunicação eficiente. Um projeto deve ser factível e seu enunciado facilmente compreendido.
2º Adesão voluntária e consciente ao projeto. Todos precisam estar envolvidos. A co-responsabilidade é um fator decisivo no êxito de um projeto;
3º Bom suporte institucional e financeiro, que significa: vontade política, pleno conhecimento de todos - principalmente dos dirigentes - e recursos financeiros claramente definidos.
4º Controle, acompanhamento e avaliação do projeto. Um projeto que não pressupõe constante avaliação não consegue saber se seus objetivos estão sendo atingidos.
5º Uma atmosfera, um ambiente favorável. Não é desprezível um certo componente mágico-simbólico para o êxito de um projeto, um certa mística (ou ideologia) que cimenta a todos os que se envolvem no “design” de um projeto;
6º Credibilidade. As idéias podem ser boas, mas, se os que as defendem não tem prestígio, comprovada competência e legitimidade só pode obstaculizar o projeto.
7º Um bom referencial teórico que facilite encontrar os principais conceitos e a estrutura do projeto.
Juntando-se a esse referencial, surge a “escola cidadã”, uma alternativa à falência do ensino, sustentada pela integração entre educação e cultura, escola e comunidade. Uma realização concreta dos ideais da escola pública popular. Diante disso, Gadotti reafirma sua esperança numa transformação radical construída passo a passo na estrutura educacional. Que essa mudança possa realmente transformar “velhos” valores sociais, em novos valores que venham enriquecer substancialmente a sociedade, produzindo o verdadeiro formato do cidadão brasileiro.
na perspectiva de uma educação para a cidadania
Moacir Gadotti (*)
Gadotti ao discutir o tema, questiona o que é projeto? O que é projeto político-pedagógico da escola? Orienta-nos sobre a importância desse projeto e a relevância para o bom funcionamento de uma instituição escolar.
A escola passa hoje por um momento de extrema importância no contexto educacional. Suas funções abrangem um somatório de responsabilidades que a cada dia vão se expandindo, porém, podemos sintetizá-los num único e universal patamar, a formação plena do cidadão. E é nesse contexto que a escola procura reorganizar-se procurando alcançar os objetivos e metas traçados, norteados por um consistente projeto político.
Segundo Gadotti, “Um projeto político-pedagógico não nega o instituído da escola que é a sua história, que é o conjunto dos seus currículos, dos seus métodos, o conjunto dos seus atores internos e externos e o seu modo de vida.”, significando também que a escola deve estar preparada política e socialmente para as exigências da nova sociedade que está sendo constituída.
No projeto político a necessidade de uma gestão autônoma e democrática é uma das prioridades para que o processo participativo seja estimulado e possa render benefícios para o todo. Gadotti cita duas razões para que se implemente esse tipo de gestão: a primeira porque a escola deve formar para a cidadania e, para isso, ela deve dar o exemplo, a segunda porque a gestão democrática pode melhorar o que é específico da escola, isto é, o seu ensino. Obviamente este processo requer mudanças e lida acima de tudo com limitações e obstáculos, dentre eles:
a) a nossa pouca experiência democrática;
b) a mentalidade que atribui aos técnicos e apenas a eles a capacidade de governar e que o povo incapaz de exercer o governo;
c) a própria estrutura de nosso sistema educacional que é vertical;
d) o autoritarismo que impregnou nosso ethos educacional;
e) o tipo de liderança que tradicionalmente domina nossa atividade política no campo educacional.
Enfim, um projeto político-pedagógico da escola apoia-se:
a) no desenvolvimento de uma consciência crítica;
b) no envolvimento das pessoas: a comunidade interna e externa à escola;
c) na participação e na cooperação das várias esferas de governo;
d) na autonomia, responsabilidade e criatividade como processo e como produto do projeto.
O projeto político além de contar com a dedicação dos que o elaboram, devem também contar com a ousadia, com a obstinação, com uma ação interdisciplinar e principalmente com o tempo: tempo político, tempo institucional, tempo escolar, e o tempo para amadurecimento das idéias. Gadotti cita alguns elementos facilitadores para o êxito de um projeto, são eles:
1º Uma comunicação eficiente. Um projeto deve ser factível e seu enunciado facilmente compreendido.
2º Adesão voluntária e consciente ao projeto. Todos precisam estar envolvidos. A co-responsabilidade é um fator decisivo no êxito de um projeto;
3º Bom suporte institucional e financeiro, que significa: vontade política, pleno conhecimento de todos - principalmente dos dirigentes - e recursos financeiros claramente definidos.
4º Controle, acompanhamento e avaliação do projeto. Um projeto que não pressupõe constante avaliação não consegue saber se seus objetivos estão sendo atingidos.
5º Uma atmosfera, um ambiente favorável. Não é desprezível um certo componente mágico-simbólico para o êxito de um projeto, um certa mística (ou ideologia) que cimenta a todos os que se envolvem no “design” de um projeto;
6º Credibilidade. As idéias podem ser boas, mas, se os que as defendem não tem prestígio, comprovada competência e legitimidade só pode obstaculizar o projeto.
7º Um bom referencial teórico que facilite encontrar os principais conceitos e a estrutura do projeto.
Juntando-se a esse referencial, surge a “escola cidadã”, uma alternativa à falência do ensino, sustentada pela integração entre educação e cultura, escola e comunidade. Uma realização concreta dos ideais da escola pública popular. Diante disso, Gadotti reafirma sua esperança numa transformação radical construída passo a passo na estrutura educacional. Que essa mudança possa realmente transformar “velhos” valores sociais, em novos valores que venham enriquecer substancialmente a sociedade, produzindo o verdadeiro formato do cidadão brasileiro.
Vencendo o Desafio da Aprendizagem nas Séries Iniciais - A experiência de Sobral - CE
RIBEIRO, Vanda; GUSMÃO, J. B. B. . Vencendo o Desafio da Aprendizagem nas Séries Iniciais - A experiência de Sobral-CE. 2005.
Este texto, através do projeto “Boas Práticas na Educação” e a experiência de Sobral, vem demonstrar que é possível fazer um trabalho positivo na educação brasileira, principalmente quando o interesse de um todo não é suplantado ao de alguns.
O município de Sobral, no Ceará, uniu professores, alunos e a própria sociedade num movimento admirável em favor daqueles que precisavam aprender a ler e escrever, de modo que fizessem parte efetivamente do rol dos cidadãos brasileiros. Criou condições por meio de mudanças estruturais na prática e gestão do ensino com parcos recursos financeiros priorizando a educação infantil, isto é, a alfabetização nas séries iniciais.
Com base no direito à aprendizagem, no qual “Todas as crianças têm capacidade de aprender, independentemente de suas condições sociais”, foram criados três grandes pilares: mudança da prática pedagógica, fortalecimento da autonomia da escola e monitoramento dos resultados de aprendizagem com base em indicadores. Além do estabelecimento das metas:
1. Alfabetização do conjunto de crianças de 6 e 7 anos de idade.
2. Alfabetização, em caráter de correção, de todos os alunos de 2a a 6a
série que não sabem ler.
3. Regularização do fluxo escolar no ensino fundamental por meio de
ações que garantam as condições necessárias à aprendizagem.
4. Redução do abandono para percentual inferior a 5%.
5. Progressiva universalização e qualificação do atendimento da educação
infantil.
6. Reestruturação do sistema de ensino das séries terminais do ensino
fundamental.
7. Progressivo atendimento à alfabetização de todos os jovens e adultos
que ainda não sabem ler.
Na execução das estratégias da política de alfabetização, coube às
escolas a responsabilidade por:
• Fazer com que todos os alunos de 1a a 4a série passassem por
processos de avaliação externa da aprendizagem.
• Selecionar criteriosamente os professores que trabalhavam com
alunos em alfabetização.
• Oferecer os cuidados específicos e acordados com a Secretaria de
Educação para solucionar o problema dos alunos que, apesar de já
estarem cursando da 2a a 4a série, ainda não sabiam ler.
• Avaliar continuamente os resultados alcançados, com base em
indicadores.
• Acompanhar a execução do projeto pedagógico voltado para a
alfabetização dos alunos.
• Mobilizar as famílias, sobretudo para que se responsabilizassem
pela freqüência dos alunos às aulas e pelo acompanhamento de sua
aprendizagem na escola.
A Secretaria de Educação se responsabilizou por:
• Definir metas e diretrizes gerais.
• Disponibilizar às escolas os insumos necessários ao desenvolvimento
do projeto pedagógico.
• Promover formação continuada do professor alfabetizador para a
boa execução de seu trabalho.
• Oferecer incentivos financeiros às escolas e ao professor
alfabetizador.
• Fomentar a cultura do monitoramento nas escolas.
• Acompanhar os resultados alcançados pelas escolas por meio dos
indicadores selecionados.
• Contratar e coordenar, sistematicamente, o serviço de avaliação
externa da aprendizagem das crianças.
De modo a reforçar suas bases institucionais, a Secretaria de Educação agiu da seguinte forma:
1. Ampliou o ensino fundamental de oito para nove anos, a fim de
garantir a alfabetização de todos os alunos após dois anos de escolarização,
caso esta se iniciasse aos 6 anos de idade.
2. Nucleou as escolas da zona rural, buscando uma administração mais
eficiente da rede e o acesso de todas as crianças a uma melhor formação
educacional e cultural.
3. Fez um acordo com a Secretaria Estadual de Educação do Ceará
visando assumir, progressivamente, a responsabilidade pelo ensino
fundamental.
A rotina da sala de aula foi então reorganizada de modo que várias
atividades fossem realizadas de acordo com horários preestabelecidos,
norteadas por dez princípios:
1. A criança precisa falar.
2. A criança precisa agir.
3. A criança precisa brincar.
4. A criança precisa ter limites.
5. A criança precisa trabalhar em grupo.
6. A criança precisa desenhar.
7. A criança precisa ouvir histórias.
8. A criança precisa contar histórias.
9. A criança precisa ler e escrever.
10. A criança precisa ser estimulada.
“Com as novas estratégias, a rede municipal de educação de Sobral multiplicou por dois, pelo menos, sua capacidade de fazer com que as crianças das séries iniciais do ensino fundamental aprendam a ler e escrever; conseguiu matricular 100% das crianças de 7 anos de idade no ensino fundamental; e as taxas de distorção idade-série e de abandono caíram da 1a à 5a série.” (Assessoria de Imprensa do Inep)
Todos esses procedimentos, além do investimento na formação de professores, um incentivo salarial para os que alcançassem a meta estipulada, assim como o método de avaliação externa - a quebra de algumas resistências, entre outros fatores não menos importantes, permitiram que o trabalho produzisse resultados positivos. Isso mostra que a educação brasileira, pode sim, recuperar-se dos graves problemas pelos quais tem passado. Educar e "educar-se" ainda é a melhor solução.
Este texto, através do projeto “Boas Práticas na Educação” e a experiência de Sobral, vem demonstrar que é possível fazer um trabalho positivo na educação brasileira, principalmente quando o interesse de um todo não é suplantado ao de alguns.
O município de Sobral, no Ceará, uniu professores, alunos e a própria sociedade num movimento admirável em favor daqueles que precisavam aprender a ler e escrever, de modo que fizessem parte efetivamente do rol dos cidadãos brasileiros. Criou condições por meio de mudanças estruturais na prática e gestão do ensino com parcos recursos financeiros priorizando a educação infantil, isto é, a alfabetização nas séries iniciais.
Com base no direito à aprendizagem, no qual “Todas as crianças têm capacidade de aprender, independentemente de suas condições sociais”, foram criados três grandes pilares: mudança da prática pedagógica, fortalecimento da autonomia da escola e monitoramento dos resultados de aprendizagem com base em indicadores. Além do estabelecimento das metas:
1. Alfabetização do conjunto de crianças de 6 e 7 anos de idade.
2. Alfabetização, em caráter de correção, de todos os alunos de 2a a 6a
série que não sabem ler.
3. Regularização do fluxo escolar no ensino fundamental por meio de
ações que garantam as condições necessárias à aprendizagem.
4. Redução do abandono para percentual inferior a 5%.
5. Progressiva universalização e qualificação do atendimento da educação
infantil.
6. Reestruturação do sistema de ensino das séries terminais do ensino
fundamental.
7. Progressivo atendimento à alfabetização de todos os jovens e adultos
que ainda não sabem ler.
Na execução das estratégias da política de alfabetização, coube às
escolas a responsabilidade por:
• Fazer com que todos os alunos de 1a a 4a série passassem por
processos de avaliação externa da aprendizagem.
• Selecionar criteriosamente os professores que trabalhavam com
alunos em alfabetização.
• Oferecer os cuidados específicos e acordados com a Secretaria de
Educação para solucionar o problema dos alunos que, apesar de já
estarem cursando da 2a a 4a série, ainda não sabiam ler.
• Avaliar continuamente os resultados alcançados, com base em
indicadores.
• Acompanhar a execução do projeto pedagógico voltado para a
alfabetização dos alunos.
• Mobilizar as famílias, sobretudo para que se responsabilizassem
pela freqüência dos alunos às aulas e pelo acompanhamento de sua
aprendizagem na escola.
A Secretaria de Educação se responsabilizou por:
• Definir metas e diretrizes gerais.
• Disponibilizar às escolas os insumos necessários ao desenvolvimento
do projeto pedagógico.
• Promover formação continuada do professor alfabetizador para a
boa execução de seu trabalho.
• Oferecer incentivos financeiros às escolas e ao professor
alfabetizador.
• Fomentar a cultura do monitoramento nas escolas.
• Acompanhar os resultados alcançados pelas escolas por meio dos
indicadores selecionados.
• Contratar e coordenar, sistematicamente, o serviço de avaliação
externa da aprendizagem das crianças.
De modo a reforçar suas bases institucionais, a Secretaria de Educação agiu da seguinte forma:
1. Ampliou o ensino fundamental de oito para nove anos, a fim de
garantir a alfabetização de todos os alunos após dois anos de escolarização,
caso esta se iniciasse aos 6 anos de idade.
2. Nucleou as escolas da zona rural, buscando uma administração mais
eficiente da rede e o acesso de todas as crianças a uma melhor formação
educacional e cultural.
3. Fez um acordo com a Secretaria Estadual de Educação do Ceará
visando assumir, progressivamente, a responsabilidade pelo ensino
fundamental.
A rotina da sala de aula foi então reorganizada de modo que várias
atividades fossem realizadas de acordo com horários preestabelecidos,
norteadas por dez princípios:
1. A criança precisa falar.
2. A criança precisa agir.
3. A criança precisa brincar.
4. A criança precisa ter limites.
5. A criança precisa trabalhar em grupo.
6. A criança precisa desenhar.
7. A criança precisa ouvir histórias.
8. A criança precisa contar histórias.
9. A criança precisa ler e escrever.
10. A criança precisa ser estimulada.
“Com as novas estratégias, a rede municipal de educação de Sobral multiplicou por dois, pelo menos, sua capacidade de fazer com que as crianças das séries iniciais do ensino fundamental aprendam a ler e escrever; conseguiu matricular 100% das crianças de 7 anos de idade no ensino fundamental; e as taxas de distorção idade-série e de abandono caíram da 1a à 5a série.” (Assessoria de Imprensa do Inep)
Todos esses procedimentos, além do investimento na formação de professores, um incentivo salarial para os que alcançassem a meta estipulada, assim como o método de avaliação externa - a quebra de algumas resistências, entre outros fatores não menos importantes, permitiram que o trabalho produzisse resultados positivos. Isso mostra que a educação brasileira, pode sim, recuperar-se dos graves problemas pelos quais tem passado. Educar e "educar-se" ainda é a melhor solução.
FELIZ ANO NOVO!!!
O Novo, de novo!
Quero algo novo, de novo!
Começar do zero, se possível,
Ou fazer tudo outra vez.
Fazer dos erros, acertos,
Crias novas perspectivas,
Ter esperanças na vida,
Em mim e em você.
Quero não medir o tempo,
Mesmo que seja passageiro,
Caminhar descalça na areia,
Sorrir sem medo de ofender.
Quero gritar o amor
Ao som dos ventos,
Pular de alegria, como criança.
Estender as mãos em confiança,
Ver filhos e netos crescer.
Quero o novo sonho de paz,
Quero a velha amizade sincera,
Como a pura magia da hera,
Que cresce procurando o céu.
Quero viver o mais lindo sonho,
E realizá-lo sem demora,
Mesmo que não marque hora,
E simplesmente aconteça.
Que seja um novo, tranqüilo,
Real, único e evidente,
De amor e paz, de verdade,
Que traga a nós, felicidade,
E a vida como um presente.
Rita de Cássia
ORIGEM DO ANO NOVO.
Origem e Curiosidades sobre o Ano-Novo
Você sabia que o ano-novo se consolidou na maioria dos países há 500 anos? Desde os calendários babilônicos (2.800 a.C.) até o calendário gregoriano, o réveillon mudou muitas vezes de data.
A primeira comemoração, chamada de "Festival de ano-novo" ocorreu na Mesopotâmia por volta de 2.000 a. C. Na Babilônia, a festa começava na ocasião da lua nova indicando o equinócio da primavera, ou seja, um dos momentos em que o Sol se aproxima da linha do Equador onde os dias e noites tem a mesma duração.
No calendário atual, isto ocorre em meados de março (mais precisamente em 19 de março, data que os espiritualistas comemoram o ano-novo esotérico).
Os assírios, persas, fenícios e egípcios comemoravam o ano-novo no mês de setembro (dia 23). Já os gregos, celebravam o início de um novo ciclo entre os dias 21 ou 22 do mês de dezembro.
Os romanos foram os primeiros a estabelecerem um dia no calendário para a comemoração desta grande festa (753 a.C. - 476 d.C.) O ano começava em 1º de março, mas foi trocado em 153 a. C. para 1º de janeiro e mantido no calendário juliano, adotado em 46 a. C. Em 1582 a Igreja consolidou a comemoração, quando adotou o calendário gregoriano.
Alguns povos e países comemoram em datas diferentes. Ainda hoje, na China, a festa da passagem do ano começa em fins de janeiro ou princípio de fevereiro. Durante os festejos, os chineses realizam desfiles e shows pirotécnicos. No Japão, o ano-novo é comemorado do dia 1º de janeiro ao dia 3 de janeiro.
A comunidade judaica tem um calendário próprio e sua festa de ano-novo ou Rosh Hashaná, - "A festa das trombetas" -, dura dois dias do mês Tishrê, que ocorre em meados de setembro ao início de outubro do calendário gregoriano. Para os islâmicos, o ano-novo é celebrado em meados de maio, marcando um novo início. A contagem corresponde ao aniversário da Hégira (em árabe, emigração), cujo Ano Zero corresponde ao nosso ano de 622, pois nesta ocasião, o profeta Maomé, deixou a cidade de Meca estabelecendo-se em Medina.
Contagem decrescente os últimos minutos do dia 31 de Dezembro seja: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1. Feliz 2004!!!!!! A passagem de Ano Novo é o fim de um ciclo, início de outro. É um momento sempre cheio de promessas. E os rituais alimentam os nossos sonhos e dão vida às nossas celebrações. Na passagem de Ano Novo, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade para enchermos o coração de esperança e começar tudo de novo. E para que a festa corra muito bem, há algumas tradições e rituais que não podemos esquecer...
- Fogos e barulho. No mundo inteiro o Ano Novo começa entre fogos de artifício, buzinadas, apitos e gritos de alegria. A tradição é muito antiga e, dizem, serve para espantar os maus espíritos. As pessoas reúnem-se para celebrar a festa com muitos abraços.
- Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.
- Roupa nova. Vestir uma peça de roupa que nunca tenha sido usada combina com o espírito de renovação do Ano Novo. O costume é universal e aparece em várias versões, como trocar os lençóis da cama e usar uma roupa de baixo nova.
Origem do Ano Novo
As comemorações de Ano Novo variam de cultura a cultura, mas universalmente a entrada do ano é festejada mesmo em diferentes datas.
O nosso calendário é originário dos romanos com a contagem dos dias, meses e anos. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado em 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera.
As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril. O Papa Gregório XIII instituiu o 1º de Janeiro como o primeiro dia do ano, mas alguns franceses resistiram à mudança e quiseram manter a tradição. Só que as pessoas passaram a pregar partidas e ridicularizar os conservadores, enviando presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Assim, nasceu o Dia da Mentira, que é a falsa comemoração do Ano Novo.
Tradições de Ano Novo no mundo:
Itália: O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.
Itália: O ano novo é a mais pagã das festas, sendo recebido com Fogos de artifícios, que deixam todas as pessoas acordadas. Dizem que os que dormem na virada do ano dormirão todo o ano e na noite de São Silvestre, santo cuja festa coincide com o último dia do ano. Em várias partes do país, dois pratos são considerados essenciais. O pé de porco e as lentilhas. Os italianos se reúnem na Piazza Navona, Fontana di Trevi, Trinitá dei Monit e Piazza del Popolo.
Estados Unidos: A mais famosa passagem de Ano Novo nos EUA é em Nova Iorque, na Time Square, onde o povo se encontra para beber, dançar, correr e gritar. Há pessoas de todas as idades e níveis sociais. Durante a contagem regressiva, uma grande maçã vai descendo no meio da praça e explode exactamente à meia-noite, jogando balas e bombons para todos os lados.
Austrália: Em Sydney, uma das mais importantes cidades australianas, três horas antes da meia-noite, há uma queima de fogos na frente da Opera House e da Golden Bridge, o principal cartão postal da cidade. Para assistir ao espectáculo, os australianos se juntam no porto. Depois, recolhem-se a suas casas para passar a virada do ano com a família e só retornam às ruas na madrugada, quando os principais destinos são os “pubs” e as praias.
França: O principal ponto é a avenida Champs-Elysées, em Paris, próximo ao Arco do Triunfo. Os franceses assistem à queima de fogos, cada um com sua garrafa de champanhe (para as crianças sumos e refrigerantes). Outros vão ver a saída do Paris-Dacar, no Trocadéro, que é marcada para a meia-noite. Outros costumam ir às festas em hotéis.
Brasil: No Rio de Janeiro, precisamente na praia de Copacabana, onde a passagem do Ano Novo reúne milhares de pessoas para verem os fogos de artifício. As tradições consistem em usar branco e jogar flores para “Yemanjá”, rainha do mar para os brasileiros.
Inglaterra: Grande parte dos londrinos passa a meia-noite em suas casas, com a família e amigos. Outros vão à Trafalgar Square, umas das praças mais belas da cidade, à frente do National Gallery. Lá, assistem à queima de fogos. Depois, há festas em várias sítios da cidade.
Alemanha: As pessoas reúnem-se no Portal de Brandemburgo, no centro, perto de onde ficava o Muro de Berlim. Tradicionalmente, não há fogos de artificio.
Curiosidade: Em Macau, e para todos os chineses do mundo, o maior festival do ano é o Novo Ano Chinês. Ele é comemorado entre 15 de Janeiro e 15 de Fevereiro de acordo com a primeira lua nova depois do início do Inverno. Lá é habitual limparem as casas e fazerem muita comida (Bolinhos Chineses de Ano Novo - Yau Gwok, símbolo de prosperidade). Há muitos fogos de artifício e as ruas ficam cobertas de pequenos pedaços de papel vermelho.
Cada cultura comemora seu Ano Novo. Os muçulmanos têm seu próprio calendário que se chama “Hégira”, que começou no ano 632 d.C. do nosso calendário. A passagem do Ano Novo também tem data diferente – 6 de Junho, foi quando o mensageiro Mohammad fez a sua peregrinação de despedida a Meca.
As comemorações do Ano Novo judaico, chamado “Rosh Hashanah”. É uma festa móvel no mês de Setembro (este ano foi 6 de Setembro). As festividades são para a chegada do ano 5763 e são a oportunidade para se deliciar com as tradicionais receitas judaicas: o “Chalah”, uma espécie de pão e além do pão, é costume sempre se comer peixe porque ele nada sempre para frente.
O primeiro dia do ano é dedicado à confraternização. É o Dia da Fraternidade Universal. É hora de pagar as dívidas e devolver tudo que se pediu emprestado ao longo do ano. Esse gesto reflecte a nossa necessidade de fazer um balanço da vida e de começar o ano com as contas acertadas.
Tradições Portuguesas:
As pessoas valorizam muito a festa de Ano Novo, porque sentem o desejo de se renovar. Uma das nossas tradições é sair às janelas de casas batendo panelas para festejar a chegada do novo ano. Nos dias 25 de Dezembro e 1º de Janeiro, costumamos comer uma mistura feita com as sobras das ceias, que são levadas ao forno. O ingrediente principal da chamada “Roupa Velha” é o bacalhau cozido, com ovos, cebola e batatas, regados a azeite.
Para as superstições, comer 12 passas durante as 12 badaladas na virada do ano traz muita sorte, assim como subir numa cadeira com uma nota (dinheiro) em uma das mãos. Em várias zonas do litoral, há pessoas que mesmo no frio do Inverno conseguem entrar na água e saudar o Ano Novo.
Fonte: Monica Buonfiglio | Radio e TV de Portugal
Conquistas.
Conquistas
O homem é um desbravador por natureza, já nasce com a árdua missão de conquistar a própria vida. Sua luta começa ao sair do ventre materno, quando consegue respirar e manter-se longe da aconchegante e protetora muralha uterina. Depois vem as descobertas do seu próprio eu, as primeiras palavras, os primeiros passos, o aprendizado e a sobrevivência.
Com o passar dos dias, meses, e anos, como uma aventura, tudo fica mais difícil, cada passo dado, literalmente é uma vitória alcançada. Somos impelidos a aprender sempre mais e a lutar por um lugar ao sol. Lugar que já temos reservado, mas que só nos pertencerá se realmente o conquistarmos e merecermos.
O conflito entre o querer e não poder, o combate ao desânimo, à sensação de impotência, incapacidade e exaustão, o embate aos sofrimentos impostos pelo dia-a-dia, gera muitas vezes angústia e até mesmo a depressão, fazendo com que deixemos de realizar nossos sonhos e atingir nossos objetivos. E justamente nesse momento devemos reunir todas as nossas forças, nos munirmos de fé, coragem, e vencer esse grande desafio. Essa batalha, talvez seja uma das mais difíceis, pois depende do sucesso de todas as outras, e de uma específica, a vitória sobre nós mesmos, nossa maior e mais importante conquista.
O homem é também um sonhador, pois sonha até mesmo acordado viajando por vezes em seu subconsciente tentando alcançar seus objetivos mais recônditos. Juntar o desbravador ao sonhador é o que fará a diferença. Somando-se a fé,essa vontade incondicional, juntos farão o combustível necessário para converter em garra esse ímpeto de vencer, de chegar onde queremos, realizar nossos sonhos e, enfim gritarmos ao mundo: Consegui, venci minha primeira batalha, conquistei meu lugar e o direito de continuar lutando pela vida!
R.Cássia
(05/12/07)
O homem é um desbravador por natureza, já nasce com a árdua missão de conquistar a própria vida. Sua luta começa ao sair do ventre materno, quando consegue respirar e manter-se longe da aconchegante e protetora muralha uterina. Depois vem as descobertas do seu próprio eu, as primeiras palavras, os primeiros passos, o aprendizado e a sobrevivência.
Com o passar dos dias, meses, e anos, como uma aventura, tudo fica mais difícil, cada passo dado, literalmente é uma vitória alcançada. Somos impelidos a aprender sempre mais e a lutar por um lugar ao sol. Lugar que já temos reservado, mas que só nos pertencerá se realmente o conquistarmos e merecermos.
O conflito entre o querer e não poder, o combate ao desânimo, à sensação de impotência, incapacidade e exaustão, o embate aos sofrimentos impostos pelo dia-a-dia, gera muitas vezes angústia e até mesmo a depressão, fazendo com que deixemos de realizar nossos sonhos e atingir nossos objetivos. E justamente nesse momento devemos reunir todas as nossas forças, nos munirmos de fé, coragem, e vencer esse grande desafio. Essa batalha, talvez seja uma das mais difíceis, pois depende do sucesso de todas as outras, e de uma específica, a vitória sobre nós mesmos, nossa maior e mais importante conquista.
O homem é também um sonhador, pois sonha até mesmo acordado viajando por vezes em seu subconsciente tentando alcançar seus objetivos mais recônditos. Juntar o desbravador ao sonhador é o que fará a diferença. Somando-se a fé,essa vontade incondicional, juntos farão o combustível necessário para converter em garra esse ímpeto de vencer, de chegar onde queremos, realizar nossos sonhos e, enfim gritarmos ao mundo: Consegui, venci minha primeira batalha, conquistei meu lugar e o direito de continuar lutando pela vida!
R.Cássia
(05/12/07)
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